domingo, 30 de janeiro de 2011
Desilusão Amorosa!
Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles. Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha a preencher o buraco que nós cavamos. A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão.
Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades. Só quem se ama pode encontrar em sua vida Um Amor de Verdade
sábado, 29 de janeiro de 2011
Coração Magoado!
Oração p/ encalhadas.
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São Baltazar, eu quero casar.
São Benedito, com um cara bonito.
São Benevolente, que seja decente.
São Luiz, que me faça feliz.
São Manoel, que seja fiel.
São Edmundo, que não seja de todo mundo.
São Tiago, que não seja viado.
São Irineu, que ele seja só meu.
São Virtuoso, que ele seja gostoso.
São Raimundo, que não seja vagabundo.
São Benjamim, que ele goste de mim.
São Vicente, que ele seja quente.
Santa Guiomar, que ele saiba me amar.
São Pedro, que ele me ame sem medo.
São Gabriel, que ele seja doce como mel.
São Simão, que ele não seja um bundão.
São Malaquias, que ele me ame todos os dias.
Santo Agostinho, que ele faça direitinho.
São José, que esteja sempre de pé.
São Nicolau, que seja grande o seu…
…coração!”
Felicidade!
Vida!
Minha Amiga.
Tô Bem Passo
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| Lua santana |
Não pude fazer nada, só chorar
Eu não esqueci quando você falou
Valeu demais, que pena, acabou
Eu cansei de tentar
Mesmo assim você não quis
Você que planejou
Porque que não ta feliz?
E ria enquanto eu chorava
Você se enganou
Pensou que até já não gostava
Depois que enxergou
Foi tarde demais
Eu não te quero mais
Me curei tô bem, passou
Agora um aperto de mão
Machucou demais
Já foi teu esse meu coração
Não vou mais me iludir
Com você, não vou mais
Oh... me iludir com você oh...
Frases de caminhões!
2.Não mando minha sogra pro inferno porque tenho dó do diabo.
3.A velocidade que emociona é a mesma que mata.
4.Um falso amigo é um inimigo secreto.
5.Quem ama a rosa suporta os espinhos.
6.Se casamento fosse bom não precisaria de testemunhas.
7.Preguiça é o habito de descansar antes de estar cansado.
8.Direito tem quem direito anda.
9.Mulher é como índio: pinta-se quando quer "briga".
10.Por que ficar de braços cruzados se o maior homem morreu de braços abertos??
11.Para que um olho não invejasse o outro, Deus colocou o nariz no meio!!
12.O amor é livre; o sexo é pago.
13.70 me passar, passe 100 atrapalhar.
14.Quando homem valer dinheiro, baixinho serve de troco.
15.Sogro rico e porco gordo só dão lucro quando morrem.
16.Não sou detetive mas só ando na pista.
17.Cada ovo comido é um pinto perdido.
18.Cana na fazenda dá pinga; pinga na cidade dá cana.
19.Pobre é como cachimbo: só leva fumo!!
20.Mulher é como remédio: agita-se antes de usar.
21.Casei-me com Maria, mas viajo com Mercedez.
22.Se não fosse o otimista, o pessimista nunca saberia como é infeliz.
23.A calunia é como carvão: quando não queima, suja.
24.A mata é virgem porque o vento é fresco.
25.Em casa que mulher manda até o galo canta fino.
26.Em poço que tem piranha macaco bebe água de canudinho.
27.Mulher é como laranja: a gente descasca e chupa.
28.Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital.
29.Se a mulher foi feita de uma costela, imagine se fosse feita do filé?!
30.Meu computador não conversa, computa.
31.Mulher é como relógio: deu o primeiro defeito, nunca mais anda direito!
32.Se pinga fosse fortificante o brasileiro seria um gigante.
33.Mulher é como abelha: ou dá mel ou ferroada.
34.Quem inventou o trabalho não tinha o que fazer!
35.Pobre só fica de barriga cheia quando morre afogado.
36.A cal é virgem porque o pincel é brocha.
37.Não sou orquestra, mas vivo no conserto.
38.Mais valem as lagrimas da derrota do que a vergonha de não ter lutado.
39.Mulher deixa o rico sem dinheiro e o pobre sem vergonha.
40.Mulher feia e morcego só saem `a noite.
41.Beijo de mulher casada tem gosto de chumbo.
42.O bom não é ser importante: o importante é ser bom!!
43.Duas coisas matam de repente: vento pelas costas e a sogra pela frente.
44.Aqui jaz a minha sogra: descanso em paz!
45.Sou grande porque respeito os pequenos.
46.Mulher é como lona de freio: só é boa encostada.
47.Mulher e arvore só dão galho.
48.Aqui jaz a minha sogra que viveu enchendo o saco, não tendo mais o que encher, veio encher esse buraco.
49.Malandro é o sapo que casa e leva a mulher prá morar no brejo.
50.Pra quem sabe ler, um pingo é letra...!
51.Motorista é igual bezerro: só dorme apertado.
52.O sol nasce para todos; a sombra para quem merece.
53.Mulher é como retrato, só se revela no escuro.
54.O cigarro adverte: o governo é prejudicial `a saúde.
55.Mulher é como toalha; quanto mais enxuta, melhor.
56.Não vou bem como quero nem mal como pensam.
57.Alegria de poste é estar no mato sem cachorro.
58.Rico tem veia poética; pobre tem varizes.
59.Dinheiro de pobre parece sabão; quando pega, escorrega da mão.
60.Chifre é igual dentadura: demora mas acostuma.
61.Mulher é como lata de sardinha: se abrir, leva.
62.Um Dodge gemendo, uma prestação vencendo.
63.Pobre é igual disco de embreagem: quanto mais trabalha, mais liso fica.
64.Mulher é igual alça de caixão: quando um larga vem outro e põe a mão.
65.Campo de concentração é o melhor regime: não ha ninguém gordinho.
66.Quem madruga muito fica com sono o dia inteiro.
67.Nosso amor virou cinzas porque nosso passado foi fogo.
68.Três eixos envenenados e um machão invocado.
69.Navio imita tubarão; avião imita gavião; só meu caminhão não tem imitação.
70.Não sou noticia ruim mas ando muito e depressa.
71.Você prefere duas mulheres ou uma mulher e 1/4?
72.Seja dono de sua boca para não ser escravo de suas palavras!
73.Homem é como basculante: quando velho, não levanta mais.
74.Mulher bonita e dinheiro só vejo na mão dos outros.
75.Mulher é como pizza: só é boa fora de casa!
76.Do Amazonas ao Chuí, só paro para fazer xixi.
77.60 num bar, 70 sair 100 pagar, aí mando a policia 20 buscar.
78.Bata na sua mulher; você não sabe porque está batendo mas ela saberá porque e está apanhando.
79.A terra é virgem porque a minhoca é mole.
80.Dizem que dinheiro é coisa do diabo; mas quiser ver o diabo, ande sem dinheiro.
81.Deus cura, o medico manda a conta.
82.Quem anda apressado passa por cima do que precisa.
83.Pobre é que nem lombriga: quando sai da merda morre.
84.Coceira na mão de pobre é sarna, na mão de rico é dinheiro.
85.Em casa minha mulher é o governo; minha sogra, o ministro da defesa e eu o ministro da despesa.
86.Duas coisas gostosas: uma embreagem macia e uma mulher carinhosa!
87.Depois que colocaram álcool na gasolina...hic... carro anda soluçando.
88.Sou pobre e feliz: uma das duas é mentira.
89.Costurar é para modista; permaneça na sua faixa.
90.Eduque as crianças e não será preciso punir os homens.
91.Precisa-se de domestica que entenda de caminhão.
92.Mulher é como horóscopo: nunca dá certo, mas sempre se dá uma olhadinha.
93.Mulher de estrada e freio de mão... só na emergência.
94.Sou um eu a procura de um tu para sermos nos.
95.Malandra é a pulga que só espera comida na cama!
96.O amor é como a guerra: depois de declarado, não há mais paz.
97.Marido de mulher feia só acorda assustado.
98.Ser canhoto é fácil; difícil é ser direito.
99.Quando teu indicador aponta para teu irmão há sempre três dedos apontados para ti.
100.Tentei enganar o diabo, ele nem percebeu; fui enganar a mulher, o engana do fui eu!
101.- Na estrada da vida passado é contramão.
102.Pobre só come carne quando morde a língua.
103.Sempre há um pouco de perfume nas mãos que dá a rosa...que mexe na merda também.
104.Nas curvas da vida, entre devagar...
105.A vida não é um dom... é um empréstimo.
106.Eu sou U 1000 D.
107.Prefiro ser um pai quadrado do que ver minha filha redonda.
108.Ladrão em casa de pobre só leva susto.
109.A felicidade não é um destino onde chegamos, mas sim, uma maneira de viajar.
110.Pobre, quando morre, deixa o anjo da guarda desempregado.
111.O café deve ser: negro como o demônio, quente como o inferno, puro como um anjo e doce como o amor...
112.Cada escola que se abre é uma cadeia que se fecha.
113.Estepe e mulher é sempre bom ter de reserva.
114.A primeira ilusão do homem começa na chupeta.
115.Escreveu, não leu? Então é burro.
116.Imbecil não tem tédio.
117.O pessimista considera o sol um fazedor de sombras.
118.Casei-me com a cunhada para economizar sogra.
119.O prazer dá o que a sabedoria promete.
120.Carro a álcool... você ainda vai tentar vender um.
121.Farol alto na cara é como mulher gritando no ouvido
A famosa rapidinha!
Na rapidinha, a relação acontece em poucos minutos, geralmente desacompanhada de preliminares. O casal vai direto ao ponto e procura obter a mesma satisfação que teria em uma relação mais demorada. Por isso, nessa hora, cumplicidade e intimidade são fundamentais.
Tudo bem que ninguém quer viver de “rapidinhas”, mas incorporar essa alternativa prazerosa no meio da mesmice da rotina pode apimentar um relacionamento. Sabe aquele clima de “loucurinha” da juventude? Pode ser extremamente excitante. Dá até para incorporar à modalidade “rapidinha”, lugares e posições sexuais inusitadas.Tome a iniciativa se for preciso. Aposto que ele vai adorar!
As piores Cantadas!
Você não é a Ana Maria Braga, mas eu sou Mais Você!
Nem o louro José usaria uma dessas!
Você não é Nescau, mas tem uma energia que dá gosto!
Você trabalha no McDonald’s? Não? Mas eu amo muito tudo isso!
Você não é o Hulk, mas é incrível!
Dicas para um sexo mais gostoso.
Papo de cama
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Solidão
Quando moramos com nossos pais , o nosso sonho é morar sozinho, más quando isso acontece ficamos apavorados, d um medo que não tem tamanho, medo que não dé certo, etc... se bem soubesse-mos continuaria-mos morando com nossos pais...........ser solitário é muito ruim.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sentimento
sábado, 22 de janeiro de 2011
Coisa Linda!
Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra.
Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho.
Era também o caso de Bruno. O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos.
Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro.
E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.
(...) Eles estavam completa e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.
- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre.
Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.
O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.
Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.... (...) Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada.
Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.
- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.
- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu. Vocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota.
- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?
Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.
A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.
(...) Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.
Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas. Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
(...) Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.
Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele. (...) Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.
Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.
- Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.
A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.
(...) Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.
- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.
Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras. Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."
Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.
(...) Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo. Eu te amo! PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.
Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal, o coração do homem de sua vida batia dentro dela.
Lua
Piada
A Feiticeira
Um homem tinha um problema, seu pau era muito grande e já estava encomodando, queria arranjar um jeito de diminuir o tamanho dele um pouco, sem ser cortando fora, foi então que soube de uma feiticiera que morava em uma cidadezinha distante, e que a cada vez que essa feiticeira falava a palavra 'não' o pau de quem estivesse lá diminuia alguns centímetros; foi pra essa cidadezinha que o cara foi.
Chegando lá, ele achou a casa da feiticeira e pensou:
- Pô! vou chegar nela e fazer uma pergunta que a resposta óbvia seja não, ai meu pau diminui um pouco.
Chegou na bruxa e disse:
- Aê feiticieira! Quer casar comigo?!
Ela respondeu:
- Não!
E o pau dele diminuiu um pouco. O cara se retirou alegre, só que pensativo:
- Pô! acho que vou diminuir mais um bouco, ainda tá vindo no joelho.
Voltou até ela e fez a mesma pergunta:
- Quer casar comigo?!
- Não! responde ela com um tom raivoso.
O cara se retira contente, só que pensativo:
- Acho que dá pra diminuir só mas um pouquinho é já chega, aí vou em bora.
Voltou na bruxa e fez a mesma pergunta:
Quer casar comigo?!
Ela respondeu:
Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Já disse que Não porra!
\o/ \o/ \o/ \o/
Descubra se vc é emo igual a mim?
Lua
Lua
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar
Lua
Chorando com a Chuva
Eu olho para o c�u,
E vejo nuvens brancas como espumas.
Eu sinto o vento,
O sol forte me aquece.
Eu olho para um azul sem fim,
ent�o eu lhe procuro...
Mas estou sozinho,
Grito ao vento, ao sol, ao c�u
Quero voc�!
O universo se transforma
E eu sinto a chuva fina tocar meu rosto,
Sinto como chorasse,
Um sol forte com chuva fina
Me fazendo chorar.
O vento quer me derrubar,
Mas voc� me disse que o vento
Era um bom sinal.
Ent�o venha para perto de mim,
O c�u � grande demais para uma s� pessoa.
Divida comigo este universo,
Sinto que podemos voar juntos.
Mas voc� n�o me responde,
Tem medo da tempestade.
Ent�o mais uma vez,
Eu olho para o c�u
E choro sozinho,
Com as gotas de uma chuva fina,
Namorando um sol forte.
Pensamentos!
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquec�veis,
coisas inexplic�veis e pessoas incompar�veis"
Curiosidades
Você é daqueles homens que gostam de vestir aquelas calças jeans bem apertada, mas tão apertada que dá pra ver todo o seu pacote? Como aqueles caubóis e sertanejos, que de tão apertada a calça os ovos ficam até dividos cada um pra um lado.
Bem, se você é desses homens que adora impressionar, ou nunca usou uma dessas porque não é tão dotado… pois saiba que agora você pode ter um jeans feito especialmente para você.
Trata-se de um jeans normal, onde no próprio processo de tingimento da calça, é feito com que as manchas fique no formato de um pênis um tanto quanto grande.
Criativo a novidade… mas precisa ter coragem, ou muita cara de pau para usar, porque com certeza você irá chamar muita atenção.
Curiosidades
dez
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75% dos homens têm o orgasmo 2 minutos após a penetração. Já as mulheres demoram pouco menos de 4 minutos para atingir o orgasmo durante a masturbação e entre 10 e 20 minutos durante a penetração.
Por isso rapazes, não esqueçam delas depois que vocês gozarem.










